sexta-feira, 25 de março de 2011

GEOGRAFIA DO JAPÃO


Arquitetura japonesa.
O Japão é um país situado no continente asiático, extremo oriente, suas terras se encontram na zona temperada norte, portanto, no hemisfério norte.

O território japonês não é extenso, além disso, é descontínuo, não faz fronteira continental com nenhum país, uma vez que se encontra envolvido a oeste pelo mar do Japão e a leste pelo oceano Pacífico, essa característica territorial produz um extenso litoral, superando o Brasil quatro vezes.

O espaço territorial é recortado, o país é constituído por ilhas, sendo que as principais são Kyushu, Shikoku, Honshu e Hokkaido, em suma é formado por um arquipélago. Além das ilhas principais existem ainda aproximadamente três mil ilhas secundárias.

O arquipélago em grande parte, aproximadamente 75% do território, é constituído por relevo montanhoso por causa do dobramento moderno, devido a isso não sofreu grandes processos erosivos, no entanto, as áreas litorâneas são constituídas por planícies.

O ponto culminante do Japão se encontra no Monte Fuji, com 3.776 metros de altitude, por outro lado o ponto mais baixo está abaixo do nível do mar, no lago Hachirogata.

No Japão existem pelo menos oitenta vulcões em atividade, outro fenômeno que integra a realidade japonesa são os constantes abalos sísmicos e tsunamis, isso por que o país encontra-se na borda da placa eurasiana.

A hidrografia japonesa é composta em sua maioria por rios de restrita extensão e de corredeiras.

O território japonês ocupa uma área de 372.000 quilômetros quadrados no qual estão distribuídos cerca de 127,1 milhões de pessoas, a maioria se encontra nas áreas de planícies.

Devido a sua localização geográfica, o clima que predomina é o temperado, no norte há invernos rigorosos com incidência de precipitação de neve e no sul o que prevalece é o clima subtropical.

A falta de recursos minerais no Japão sempre foi um dos grandes problemas do país, esse fica dependente de outros países, fato que ocasionou no passado as tentativas de expansão territorial, mas nada disso impediu que o país se tornasse a terceira maior economia do planeta.
Por Eduardo de Freitas

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